Queima esta minha mão que não faz bem;
Em devaneios que desejei com a força mesma que tento me agarrar à corda que me segura, que, seguro assim contra a gravidade para os medos não descerem e, atolados, poderem me atormentar aqui em cima e me lembrar o qual é o meu porquê de estar aqui (mesmo preso na inconsistência), eu vi que podia abrandar toda a dor. Era tudo mentira, o azul do céu é um espelho para a mentira, que de azul, nada tem.
Por isso, queima esta minha mão. Não a deixa apertar mais a ninguém, mais a nada que possa se sentir aquecendo.
A pedra vermelha está boa.
No ponto.
No ponto.
Por favor.
(Deixe tudo arrumado.)
terça-feira, 19 de maio de 2009
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