Escuro:
correm desilusões,
lamentos sobre as mãos
em concha
E é imoral
pensar, achar
sequer me imaginar
como uma espiral?
Que gira, gira,
e retorna?
E aspiral,
um ralo de incongruências
o ponto final
da sentença não declarada?
Gritante retorno!
Seja lá como que seja,
quem entende
essa necessidade
de fugir de mim mesmo?
Vivo sozinho e não paro em mim,
fuga da intensidade,
ostracismo que cai e caí sobre os céus
sobre
tudo que eu achei que conhecia.
Ciclos, pedalista,
avante, curva, marcha,
gelo,
um quase que trezentos e
sessenta e fugi
do ponto final
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
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