um sorriso desolado
nem completamente explicável
nem coerente
nem brilhante, nem vivo
nem enérgico, tudo que toma
forma
sem o pôr da confiança de criança
o alarme de cada manhã
sinalizando tua repetição:
e o hiato absurdo do absurdo
e o hiato absurdo de mil vidas em ruídos,
em colagens
nem coerente,
certamente opaco.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário